segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Em silêncio
Não é adeus,
Apenas um até breve!
Depois de um tempinho
Compartilhando palavras,
Textos, sonhos.
Hora de descansar.
Preciso de férias
Encontrar-me na saída
Ou quem sabe no retorno?
Futuro incerto, sem domínio,
Hoje, afasto-me lentamente
em silêncio.
E. Amorim
ps: são mais de 600 textos espalhados nos espaços virtuais, aproveite-os.
domingo, 14 de agosto de 2016
Aprendendo com os pais ( reflexão)
Não escolhemos os nossos pais,
mas podemos fazer das nossas escolhas de
vida as melhores. E se decidirmos pela
paternidade que os nossos frutos sejam bem melhores que nós. E
quando falamos em ser pai, estamos indo além daquele macho que contribuiu com o
espermatozóide para a concepção de uma vida. Mas daquele que vai além, ouve, fala, grita, educa, chora, ama e luta pelo futuro do seu filho.
Podemos aprender com os pais que
optam assumir esse papel. Nada de o pai que é uma “mãe” para seu filho, essa frase é boba e preconceituosa, pai é pai, mãe
é mãe. Estamos falando de "pais modelos" não apenas um dia que a sociedade
convencionou chamá-lo de “ Dia dos Pais”, mas pais todos os dias.
Pais que conhecem o cotidiano dos seus filhos. Pais que são os primeiros
a saberem dos problemas dos seus filhos, não os últimos. Esses pais tem lições interessantes a ensinar... Por que ser pai é...
- Dizer “sim” ou “não” na hora adequada, porque o peso da
afirmação ou negação não poderá ser maior que o amor de um pai pelo seu filho e
vice-versa.
- Não querer ser o herói, porque
seu filho desde cedo precisa contar com presença do humano nas horas agradáveis
ou não. Quando ensinar aos filhos que vivemos em um país com alto índice
de desemprego, um salário mínimo de 880 reais, problemas na saúde, educação. Ele não acreditará que no final do ano o “papai
noel” entrará pela chaminé para resolver todos os problemas.
- É investir no humano que
ajudou a vir ao mundo. Para que esse ser que chamamos de filho, seja como uma
semente que poderá proporcionar bons frutos ou não, pois parte da colheita futura
será atribuída ao pai e outra parte a sociedade. O pai precisa ser mais influente que o mundo
para seu filho, para que ele possa conviver com ensinamentos diferentes de vida e não ter dúvidas qual o caminho depositará a sua semente... Porque o bom pai deseja que o filho o supere.
- Enfim, o bom pai não precisa “forçar
a barra”, abrir mão do joguinho para ficar com o filho uma vez no ano,
resmungando o tempo inteiro por conta daquele compromisso, pois para o filho que tem um pai, mesmo distante, mas
presente, ele já é notável todos os
dias, porque o compromisso de um é prazer para outro. Então, transforme cada minuto da sua vida na companhia da pessoa que você ama, num eterno prazer.
Pais, sejam felizes todos os dias!
*imagem da web.
sábado, 13 de agosto de 2016
Parabéns, Iaçu!

Às vezes, as coisas acontecem de forma surpreendente e ficamos sem entender como é possível. Uma pesquisa realizada na Bahia, mais precisamente numa cidade pequena como Iaçu, receber o abraço de uma editora acadêmica alemã, é algo de grande expressividade e muito gratificante. Enfim, sai o livro de teoria sobre desmontagem literária que traz a nossa marca. Uma marca não apenas das instituições locais envolvidas na pesquisa, mas sobretudo a marca da determinação de uma professora de ensino público que jamais deixou de acreditar e investir em seus sonhos.
Autora de livros e crônicas impactantes como Um ser de abraço! e O professor e o padeiro, agora traz à tona seu belo alimento didático, a Desmontagem da Literatura em Educação Básica. A dissertação, recém-transformada em livro disponível na More Bookspara o público geral, apresenta táticas de inventar um cotidiano literário, aplicadas com êxito na educação básica em duas escolas da cidade, assim representadas: Grupo A: estudantes do Colégio Estadual Lauro Farani e o Grupo B: estudantes da escola A Dinâmica.
Esse olhar estrangeiro para a desmontagem literária realizada aqui, num cantinho qualquer da Bahia, significa desfrutar da sensação de dever cumprido. Uma metodologia aplicada nas aulas, unindo literatura à semiótica, gerando outros textos, sentidos e séries discursivas que agora conquista outros espaços. Quem sabe com esse abraço europeu, surgirão outros olhares para a prática inovadora, criativa e dinâmica para o ensino e conhecimento da nossa literatura?
Em 14 de agosto de 2016, a cidade de Iaçu estará comemorando 58 anos de emancipação. Eis o presente de Elisabeth Amorim. Parabéns, Iaçu!
domingo, 7 de agosto de 2016
Filho Pródigo (adaptação da parábola)
De repente percebo que essa casa
me sufoca. Essa vida me sufoca. Todo dia acontece a mesma coisa, preciso sair
da casa dos meus pais, fugir dessa prisão.
Aqui eu não vivo, tudo é muito fácil, preciso viver perigosamente. Esse espaço não é para mim, não quero ter a mesma vidinha besta do meu irmão, quero
viver minha própria vida!
Pensando assim,
JR foi contar a novidade para o seu pai. Afinal, ele precisava do
dinheiro do pai para viver essa tal vida sonhada...
_ Meu pai, quero ir embora desse lugar! E não adianta pedir para ficar... essa casa
não é para mim. Quero viajar, curtir, viver...
O pai olha tristemente para seu filho mais novo. Educou da mesma forma que o primogênito, mas
não eram iguais. Resolveu fazer apenas
uma pergunta:
_Meu filho amado, eu não vou
pedir para ficar se essa é sua vontade,
mas sempre te dei amor, carinho, atenção, agora me responda, o que te falta aqui?
O filho olha para o pai, e responde
imediatamente:
_Ora meu pai, aqui falta vida!
Aventura... O que é viver sem se
arriscar? Só que vou precisar da minha herança antecipada... Não vou esperar a
sua morte para que eu possa curtir... Entendeu?
Amor, carinho, atenção... eu também terei lá fora, mas eu quero mais!
No mesmo instante, o pai
foi lá dentro e trouxe um baú com muito
ouro, fruto de muitos anos de luta. E sem pronunciar uma palavra pegou uma
sacola e dividiu todo o ouro em duas partes exatamente iguais, entrega a sacola para o seu filho mais
novo. Que a tudo observava com os olhos
brilhantes com toda aquela riqueza.
Entusiasmado, despede-se do pai, do seu irmão mais velho que assistia a tudo em silêncio e desaparece.
Fora da casa dos pais, a vida se
revelou o quanto era maravilhosa, não imaginava que tinha tantos amigos. JR não
andava um passo sem três, quatro amigos
de companhia. Namoradas eram trocadas como se fossem descartáveis. Bebendo e gastando toda a fortuna que foi
herdada. Por dois, três anos nunca havia
sentido necessidade de escrever para seu pai, mandando notícias. Para quê?
O pai sabia que ele estava bem,
vivendo, como ele queria.
No entanto, o ouro acabou e os
amigos também se distanciaram. O riso, o
prazer tudo se foi. JR olha de um lado
para outro em busca da tal felicidade encontrada, essa também fugira. De repente sente saudade, não mais dos amigos que ajudaram a gastar
toda a sua parte na herança, mas da casa dos pais. Começa a lembrar do quanto era feliz lá e
nunca percebera. Como voltar? Como pedir
perdão? Não! Era muita humilhação voltar
derrotado e faminto... A não ser que ele voltasse na tentativa de arranjar um
emprego...
_ O que direi ao meu pai? Será
que meu pai irá me aceitar de volta?
Quantas vezes erramos e ficamos
constrangidos diante dos nossos
erros? Com medo de serem julgadas e condenadas muitas pessoas persistem em permanecer
no “castelo de vidro”, porque em nome de uma falsa aparência, não retornam, não corrigem, não aprendem e o pior
não se perdoam pelas falhas cometidas, alimentando-as e amargurando-se dias
após dia.
Erramos, somos seres falhos, assim
como o filho pródigo, parábola bíblica,
mas se não dermos a nós e aos outros oportunidades de mudança, nunca
saberemos o valor do perdão, amor e abraço.
O ouro se perdeu, talvez, até roubado, mas o amor do pai pelo seu filho não
. Quem ama zela. O filho precisou perder tudo para entender que o “tudo” dele
era nada diante do ele tinha de
fato. E a vida é assim, uma lição a cada
dia.
Que nós possamos nessa semana
que se inicia, pensar nas nossas falhas
cometidas na semana que findou, não para repeti-las, mas corrigi-las. Se
ofendeu alguém, você poderá voltar e se
desculpar. É difícil, não? Se não conseguir fazer esse retorno, que tal fazer um esforço
maior para que a ofensa não se repita? E
assim, vamos construindo uma nação mais tolerante e muito mais humana.
Lembre-se de que a parábola do “Filho
Pródigo” reflete a história da humanidade, minha, sua e dessa
Juventude Revoltada, os “JR” da vida ... Muitas vezes querem conquistar o mundo
e se esquecem de conquistar si mesmos,
correm atrás da felicidade como se ela estivesse lá, bem distante, onde vão carregam no coração a insatisfação,
por isso cavam garimpo em busca de ouro, e não enxergam o verdadeiro tesouro que tem nas mãos...
Feliz por se lida por você, chegou essa mensagem até ai? Então é sua! Receba também o meu respeitoso abraço,
Elisabeth Amorim,
sábado, 6 de agosto de 2016
Acredite em seus sonhos! ( mensagem)
*
Se o mundo disser que não irá conseguir, não acredite. Você assinou alguma procuração para o mundo responder pela sua determinação? Pelo seu esforço e seu investimento? Seja surdo para as críticas vazias, não alimente mágoas pois seus sonhos não precisam ser manchados...TRABALHO, DEDICAÇÃO, INVESTIMENTO, HUMILDADE, SOLIDARIEDADE E LUTA são requisitos essenciais para realização dos sonhos.
Acredite em seus sonhos! Trabalhe eticamente em todas as situações, não pegue atalhos porque para você ascender na vida, não há necessidade de alguém cair, vocês podem dividir o mesmo palco, o mesmo topo... Não precisa semear espinhos, pedras, cacos de vidros ou pregos no caminho pelo qual já passou, pense na volta. Retorno não é fracasso, às vezes precisamos voltar trabalhado para ajudar o outro ou até para fortalecer as estratégias usadas. Se espalharmos obstáculos para dificultar a trajetória do outro, cairemos nas próprias armadilhas.
Acredite em seus sonhos! Dedique-se! Se você concorreu a prêmio, seleção, vaga e não obteve a vitória, o que você perdeu? Lembre-se de que só perdemos o que é nosso, se não conquistamos é apenas sonho, meta... Então não é perda, mas experiência. Você ganhou experiência! Não seja mais um no meio da multidão, mas aquele que se destaca nela pelo que faz com dedicação.
Acredite em seus sonhos! Invista! Estamos numa sociedade na qual só importa com o primeiro lugar. Isso vimos em diferentes campeonatos, time na posição de vice-campeão se recusa comemorar pela medalha de 2º. Lugar. Simplesmente o sonho é restrito e outra posição não é vista com brilho. Numa competição, a posição ocupada é uma grande vitória, pois muitos não tiveram coragem de chegar até ali, em outros sobram coragem, mas faltam competência. Chegou até as finais, pule, grite, comemore pelo investimento feito. Ganhou o primeiro? Parabéns! Ficou na segunda, terceira, quarta? Parabéns! Investimento não é garantia do sucesso, mas é uma etapa para alcança-lo.
Acredite em seus sonhos! Seja humilde! Seja solidário! Você não é o centro das atenções. O seu projeto não é o melhor do mundo. A sua vida não se completa, mas está em construção. A humildade gera abraços. E quem sabe um dia, quando você estiver lá no pódio, poderá também retornar para abraçar outras pessoas num ato de solidariedade caminhar tranquilamente pelos caminhos da vida pelos quais passou, afinal, dedicou parte da história recolhendo as pedras, os vidros, os pregos... e fazendo de cada obstáculo motivo para fortalecer mais ainda os seus sonhos.
Não há vitórias sem luta, sem persistência. Quando traçamos algumas metas para nossa vida, o sonhos se realizam, mesmo quando o mundo não acredita naquela possibilidade...Mas, como não assinamos procuração, deixemos a terra girar em paz pois a luta de cada um não interfere na ordem dos planetas...
domingo, 31 de julho de 2016
A felicidade mora aqui...(crônica)
Talvez essa crônica possa lhe
atingir como uma flecha. Não, não a veja como algo provocativo, afinal nem sei
o seu nome, estou escrevendo para mim, mesma. Aliás tenho certeza de que nunca te conheci, passei tempo sob meus papéis constantemente sob vigília. Mas, por que guardamos tantos papéis?
Provas de estudantes, rascunhos, extratos bancários, contracheques... Vão
invadindo classificadores, pastas, cofres particulares, gavetas dos armários
escolares, estantes... Ah, percebo que eles trazem a nossa marca, como se
fossem bens preciosos, mas falta algo que os papéis não registram nem captam nas
entrelinhas. Sabe o quê?
Felicidade!
Se o acúmulo de papeis trouxesse felicidade, os corruptos estariam satisfeitos
e regenerados após ficarem milionários. É... felicidade realmente não alcança a
todos, para uns ela se esconde atrás das montanhas de papéis, títulos,
obrigações, ações, sejam elas
positivas ou negativas, desde que gerem bem-estar temporário, com a sensação de dever cumprido. Porém,
outros veem a felicidade nas pequeninas coisas, seja num abraço sincero, numa
troca de olhares confirmando uma cumplicidade ou no desfrutar de mais um dia de
vida em paz consigo mesmo(a). Nada mais acolhedor do que um travesseiro macio
sem o peso de uma consciência. Porque consciência tem um peso terrível,
sabia? E como muito bem versifica
Augusto dos Anjos, a consciência humana é como um morcego, na escuridão da noite não adianta fechar as portas, janelas, esse morcego invade e ataca impiedosamente.
Já passei
noites em claro para conquistar os “canudos”, bens desejáveis. Conquistei-os e daí? O morcego
constantemente me visitava à distância, não podia me atacar porque tive que
escolher entre atender as demandas do trabalho e estudo ou dormir. Após passar por tantas experiências boas e
ruins, aprendi a valorizar cada etapa da minha vida. Cada dia, hora, momento são marcantes quando trabalhamos para isso. Tantas quedas tornaram
insignificantes diante das conquistas pessoais, do prazer em cumprir etapas,
realizar sonhos e quebrar correntes.
A felicidade
de outros pode está ali, no amontoado de títulos, mas a minha não, ela
está aqui... no meu coração satisfeito pelo dever cumprido. A minha felicidade se manifesta ao raiar do
dia quando ouço o canto dos pássaros na minha varanda. A felicidade invade o
meu ser através dos raios solares
como abraço apaixonado, quando
adiamos esse abraço, poderemos não ter a
segunda chance.
Mas nem se preocupe, se a felicidade te encontrar a sua historia é modificada, coisas que você achava que eram essenciais são substituídas por outras mais prazerosas. Felicidade é como aquela sementinha jogada ao acaso numa terra infértil. O mundo diz não, as estatísticas dizem não, mas se a planta conseguir o menor dos abrigos, das brechas ela se fará notável e produzirá bons frutos.
E. Amorim
sábado, 30 de julho de 2016
Robinson Crusoé (resumo*)
Robinson
Crusoé , criação do inglês DANIEL DEFOE,
trata-se da história de um jovem aventureiro, filho da classe média,
protestante, tinha dois irmãos, sendo que um deles era tenente-coronel mas numa
guerra contra os espanhóis foi morto,
enquanto o outro sumiu sem deixar pistas.
Robinson
cresceu sem atender aos apelos da
mãe para “ casar e sossegar”. Viajava
muito e numa destas viagens, ele sofreu um naufrágio, escapando da morte por
ter conseguido chegar a uma ilha, na verdade a SUA ILHA.
Isolado,
sem saber como sair dali, Robinson usa marcas na madeira para não perder a noção do tempo. Antes do naufrágio Robinson
conseguiu construir um império, inclusive tinha comprado fazendas no Brasil. Sabia
que dali em diante, ele teria que lutar sozinho e sem riquezas para a sua
própria sobrevivência.
Anos morando
na ilha, até perceber presença estranhas de canibais na sua ilha. Entre muitas batalhas enfrentadas, Robinson
conquista o mais fiel dos amigos, Sexta-Feira, isso porque usou da sua inteligência e salvou um selvagem da morte pela tribo inimiga. E assim, Robinson ia conquistando aquele
lugar, tornando cada vez mais influente
diante dos moradores que ali viviam.
Após 28 anos
na ilha, com ajuda de aliados ele deixa o lugar, antes, porém dar uma chance
aos rebeldes amotinados num navio.
Surpreso, encontra uma Inglaterra totalmente diferente. Da mesma forma os países
percorridos como Portugal e Brasil também mudaram. Até a sua riqueza havia multiplicado de
forma considerável, pois os tutores
judiciais administraram bem os negócios durante a sua ausência.
Reencontra
com o amigo capitão, alguns sobrinhos, no entanto é para o seu grande amigo que
ele deixa parte de sua fortuna e volta a
fazer novas viagens, dessa vez acompanhado de um dos sobrinhos. Seu
destino? Não poderia ser outro. Robinson
Crusoé volta para sua ilha, onde é
nomeado governador daquele local, e
assim passou a investir para tornar a vida dos moradores mais dignas.
As discussões
principais do livro estão em torno de valores, culturas, gratidão, respeito ,
persistência e fidelidade. Talvez, por
conta desses temas pertinentes o livro faz parte do cânone estrangeiro. Será que largaríamos o nosso local de
conforto para ajudar comunidades carentes?
Será que mudaríamos os nossos hábitos para atender os nossos
sonhos? Robinson Crusoé era
rico, poderia viver tranquilamente em qualquer paraíso e ser tratado como rei, mas decidiu
viver e investir na sua ilha. Onde é a
nossa ilha? Em que lugar investimos?
O livro traz
mais essa lição de vida. O nosso lugar é onde abraçamos e somos abraçados. Pode ser uma ilha, pequena extensão de terra
cercada de águas por todos os lados, no entanto, se naquele pedacinho de terra você encontrar
um amigo fiel como Sexta-Feira, vale a pena o naufrágio para desbravá-la cada
cantinho, pois a certeza da parceria fortalece cada luta. Ou uma escola, onde
há o respeito mútuo, onde a luta não
seja entre colegas para medir forças, poder, mas com os colegas para juntos derrubarem as ilhas da ignorância, do preconceito, do
analfabetismo camuflado.
Enfim, o nosso
lugar é onde sentimos bem porque plantamos sementes saudáveis, consequentemente, os frutos bons serão
colhidos por nós, seja numa ilha, numa escola, na nossa casa e até na nossa
vida. Podemos fazê-la do nosso dia o mais agradável possível ou transformá-lo
num pesadelo. Robinson Crusoé decidiu plantar para ter o que colher no futuro,
e teve uma ilha habitável a seu favor.
E, Amorim
* amigos, uma pitadinha da literatura universal.
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