quarta-feira, 3 de julho de 2019

Vem aí a IX Feira de Educação de Iaçu!



                                      Estamos nos preparando... Venha para Iaçu!


Seis meses depois de ter dado o pontapé inicial, estamos caminhando para a conclusão do “ENCANTOS E DESENCANTOS DA REGIÃO NORDESTE: ENTRE LIVROS, CULTURA E VIDAS SECAS” fruto das  sugestões  discutidas com coordenadores pedagógicos, gestores, professores, secretária de educação e demais interessados no andamento da educação municipal… E nos dias 1º. E 02 de agosto todas as escolas municipais da cidade de Iaçu estarão mobilizadas  para socialização, dessa vez para um público maior, dos resultados  das  pesquisas realizadas. E a Praça do Ferroviários receberá os astros e estrelas dessa grande festa do conhecimento: nossos alunos da escola pública!
O que os alunos estão estudando? Como essas pesquisas foram feitas? Quais as leituras que os nortearam? São tantas que uma página não  caberia, mas tentaremos mostrar como  estamos caminhando ao longo desses meses, mas de forma bem resumida, no entanto, deixamos a dica, vá no nosso canal ( toque poético) lá você saberá o que cada escola municipal de Iaçu está pesquisando…aproveite dê um like para nós. Compartilhe!,
Muitas leituras fizemos para desenvolvimento do projeto, iniciamos com uma oficina ministrada para os coordenadores pedagógicos em seguida repassada para os professores que atuam em classes de recursos com alunos especiais,  para tal   o livro escolhido foi  VIDAS SECAS, do alagoano Graciliano Ramos para refletir como o nordeste é mostrado através da literatura da década de 30. E desde então aos  leituras não pararam, já que cada escola escolheu o seu tema. Assim, passamos pelas artistas locais, Elisabeth Amorim e Kalypsa Brito, há quem tenha optado pela literatura afirmativa de Lázaro Ramos, as letras das canções dos saudosos Téo Guedes,  Luiz Gonzaga e Patativa do Assaré. No entanto há escola que se identificou mais com  os cordéis de Bráulio Bessa . E assim, as leituras não continuam.   Destacamos  a literatura de Jorge Amado pelas escolas localizadas no distrito de João Amaro, livros que foram adaptados para atender o público, na maioria, infantil: A morte e a morte de Quincas berro D’água, Cacau, Capitães da areia,  O gato Malhado e andorinha Sinhá, A bola e o goleiro…
Sim, estamos caminhando para uma contagem regressiva para finalmente conhecer o produto final de cada unidade de ensino. Vale lembrar que as escolas apresentarão os resultados em duas modalidades. A primeira através de um stand  que ficará  dois dias para visitação pública e a segunda em no palco que será montado na praça, e assim, de forma light, cada uma dará a sua contribuição cultural para enriquecimento do evento IX Feira de Educação
Por hora, é isso.  Lembrando que no dia 02 de junho aconteceu o Dia D do Projeto, onde  coordenadores pedagógicos e equipes gestoras das escolas se reuniram para socializar o que estavam sendo feito, na oportunidade  se deliciaram de um Café Nordestino, já para sentirem o clima da nossa  Feira de Educação que está chegando…
Elisabeth Amorim
E. Amorim ( Diretora Pedagógica do Município de Iaçu)
E. Amorim ( Diretora Pedagógica do Município de Iaçu)



segunda-feira, 24 de junho de 2019

Entrevista com Elisabeth Amorim


As Creches Almerinda  e Creche Ermelina estão trabalhando esse livro. Que maravilha!

Para quem gosta de Elisabeth Amorim...


Tristeza


Quando vejo crianças sem teto
Carente de agasalho e pão
Enquanto a cidade em festa
Comemora o São João.
A tristeza bate no peito
Ah, que falta de compaixão!

Num país do carnaval
Trio elétrico não pode faltar
Mas o artista da palavra
Escreve sem ter como publicar
Um contradição sem medida
Quando esse país mudará?


Mas nordestina valente
Não se deixar abater
Dá um pontapé na tristeza
E bota a danada para correr.
Foge da seca e da fome
Osso duro de roer!

E segue o seu destino
Com uma fé fenomenal
Acredita que a sua sorte
Tem um traço celestial,
Escreve, inscreve e esquece
Do país do carnaval.



terça-feira, 23 de abril de 2019

Escola fez projeto para incentivar a literatura local

Escola fez projeto para incentivar a literatura local

 *
Diante de um mundo tecnologicamente virtual, como não tirar proveito das coisas boas que a internet nos proporciona? Há que goste de usar as redes sociais para fortalecer os vínculos de amizades, conhecer locais,  viajar no ciberespaço e adquirir experiências incríveis. Mas, como não levar de alguma forma um pouco desse conhecimento para a sala de aula? Como ir além dos contos clássicos estrangeiros que na sua maioria não retratam nossa realidade brasileira?
A Escola Infantil Dr. Rodrigo de Castro Burgos, na cidade de Iaçu, estado da Bahia deu um salto gigante para valorização da literatura local. Através da pesquisa virtual, coordenada pela pedagoga Janildes Luz dos Santos, descobriu uma quantidade imensa de contos infantis  que a professora Elisabeth Amorim disponibiliza em sites literários e blogs como ( https://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=161039, https://toquepoetico.wordpress.com/, https://bethamorim.blogspot.com/, http://toquemaisquepoetico.blogspot.com/ entre outros) como uma forma de difundir e promover a literatura fazendo o bom uso das tecnologias. E de imediato,  a coordenadora em parceira com os professores  criaram um projeto para levar essa literatura para sala de aula.
“Soltando os bichos – a literatura de Elisabeth Amorim” foi o título do projeto, e todas as turmas, se não me falha a memória, 11 ( onze) trabalharão com  contos da autora e periodicamente, socializarão as produções que farão a partir dos contos escolhidos. Ontem, 22 de abril foi a abertura do referido projeto,  e contou com a participação da escritora Elisabeth Amorim, feliz , foi entrevistada pelas crianças, contou histórias  e se emocionou com a forma tão carinhosa que foi recebida pelos professores, gestores, estudantes e demais funcionários. Todos, moradores da cidade, mas muitos desconheciam o seu lado escritora.
“É muito bom sentir essa emoção, ver essas crianças me pedindo para contar história da “corujinha pop star”, “Tartaruga Tatá”, “A boneca de pedra”, “As botinas da centopeias”, “A ovelhinha diferente”…  Nós sabemos que a escola é esse local mágico que todos nós escritores desejamos entrar, e muitos, infelizmente, só ‘entraram”, passaram por aqueles muros, após a morte. Que bom que não precisei morrer para chegar até aqui…Que bom que vocês estão gostando de conhecer os meus escritos… é muito bom saber que assim como eu, há outras pessoas que escrevem aqui nessa escola, na cidade… e vocês estão abraçando essas produções.  Estou feliz, muito feliz e só me resta agradecer, agradecer a todos…”  Fragmentos da fala da escritora Elisabeth Amorim.
Ah, um detalhe importante!  A escola citada escolheu contos que trazem animais como protagonistas, daí, justifica-se o título “Soltando os bichos…”  Lembrando que recentemente, a mesma escola fez a culminância do projeto Monteiro Lobato.  Que coisa bonita! Após o grande LOBATO, abraçado pela mídia, surge sorrateiramente entre os fios da tecnologia a pequenina Amorim.  E pelo que já fomos informados, o bom exemplo da Escola Rodrigo Burgos será multiplicado em outras escolas. Quem sabe em breve teremos a continuação desse artigo?  Porque ao  levar a literatura local dessa autora, no pacote vai uma pesquisadora, palestrante, contadora de história e  professora que conhece de perto a aridez do  chão da escola.
Toque Poético
  • imagens cedidas pela escritora Elisabeth Amorim e  a coordenadora pedagógica da Escola Rodrigo Burgos,  Janildes Luz.
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segunda-feira, 22 de abril de 2019

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Se você gosta de leitura
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Divulgue essa escritora,
poetisa, contista e romancista baiana
Tem um acervo riquíssimo
Mas poucos estendem a mão.
Dê um voto a cultura.
Elisabeth Amorim é a solução!

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                E quando um abraça, veja a festa!










sábado, 6 de abril de 2019

Você é do tamanho dos seus sonhos!

Elisabeth Amorim –  Barra/ Salvador-BA
A vida é uma caixinha mágica de surpresas diárias! Quem segue a um DEUS vivo, sabe que mesmo  surgindo uma surpresa desagradável da caixinha da vida, é algo passageiro, basta não se agarrar a coisas pequeninas e sem importância.  “Guarde na memória aquilo que proporciona ESPERANÇA! ” Isso é bíblico, sabia?
Nas minhas reflexões vejo pessoas gigantes, lindas (por fora e por dentro), tranquilas consigo mesmas, porque não adianta querer a paz mundial se toda gota a mais ou a menos no meu copo, eu transformo em tempestade e, consequentemente, num suicida. Temos que saber lidar com os nossos sucessos e fracassos. Esse segundo é o mais difícil, porque ele mais aparece quando o sucesso do outro fica em evidência.  ” Te tornas responsável por aquilo que cativas”, isso é literário, sabia?
Elisabeth Amorim e Zumbi
Nós somos exatamente do tamanho dos nossos sonhos, se não acreditamos, investimos, vestimos a camisa nem aceitamos caminhar juntos, o sucesso do outro não deveria nos incomodar, mas é o contrário. Cada sucesso alheio funciona como um atentado a minha pessoa. Não acuse ninguém pelos seus próprios fracassos! Ah, isso é inveja, sabia?
Tive a oportunidade de falar exatamente isso com uma amiga,  porque as pessoas precisam parar de se sentir o centro do universo. O humano é ser insubstituível, mas a função desempenhada por ele, essa muda, renova, transforma, progride, regride… depende das opções de escolhas de cada um.  Você é bom naquilo que realiza? Procure ser melhor, busque a excelência!  O mundo tem muitos  bons profissionais, mas precisa de  excelentes humanos…Estes, fazem a diferença!
Centro Histórico de Salvador – Pelourinho

Um conselho deixo aos meus leitores: sonhem alto! Você é exatamente do tamanho dos seus sonhos! Se vocês não acreditam na realização dos mesmos, não se lamentem nem condenem nós, sonhadores, que lutamos para vê-los realizados. Sim, sou sonhadora de carteirinha, e o que me deixa feliz é ter encontrado parceiros que investem, acreditam e abraçam  sonhos transformados em projetos pedagógicos… a educação municipal de Iaçu, agradece.
*
Elisabeth Amorim
(Diretora Pedagógica / Iaçu – Bahia)

Literatura de mainha 6 - Afirmação de identidades

 Mais um vídeo para você prestigiar.  Textos básicos; O sapo - Rubem Alves O sapo que não virou príncipe - Elisabeth Amorim